Do edital à posse: histórias de vida marcadas pelo CPNU 1

O Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) transformou a forma de ingresso no serviço público federal. A primeira edição levou novos servidores a todas as regiões do país e já mostra impacto direto no fortalecimento de políticas públicas.

Aprovados do CPNU 1 compartilham dicas para quem fará a segunda edição. Levinsky Alves, hoje Analista-Técnico Administrativo, organizava seis horas diárias de estudo em ciclos de disciplinas. Já Suelen da Silva, aprovada como Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG), reforça a importância de revisões e resolução de questões.

Mais que estabilidade, os novos servidores relatam propósito. “É a chance de contribuir diretamente para a transformação do Estado”, afirma Giovanni Marins, também aprovado como EPPGG.

O CPNU 2 oferece 3.652 vagas em 32 órgãos, com provas em 228 cidades. O certame inclui ações afirmativas: 25% das vagas para pessoas negras, 5% para pessoas com deficiência, 3% para indígenas e 2% para quilombolas, além de condições especiais para gestantes e lactantes.

As provas objetivas serão aplicadas em 5 de outubro de 2025, e o resultado final está previsto para 30 de janeiro de 2026.

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