Trabalhadores criticam novas regras de planos de saúde

Em vigor desde janeiro, o Ministério do Planejamento reduziu a participação das empresas públicas no custeio dos planos de autogestão e aumentou o valor das mensalidades pagas pelos funcionários.

Além de reduzir a participação dessas empresas no custeio dos planos de autogestão, desrespeitam o direito à livre negociação e têm como foco a privatização dos convênios de empregados públicos. Os planos atendem cerca de 4 milhões usuários no País, dos quais 3 milhões são empregados de estatais.

Previdência Social