Seleção da banca do CPNU 2 envolveu avaliação de cibersegurança e inspeções presenciais

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) confirmou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) como responsável pela organização do segundo Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2). A contratação foi formalizada por meio dispensa de licitação, respaldada pelo art. 75, inciso XV, da Lei n° 14.133/2021, após rigorosa avaliação técnica e de segurança.

Segundo a pasta, a seleção da banca organizadora do certame seguiu critérios de legalidade, economicidade e transparência, com participação ativa da Consultoria Jurídica do MGI, além de inspeções realizadas pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e análise dos padrões de cibersegurança conduzida pela Secretaria de Governo Digital (SGD/MGI). A Polícia Federal também atuou nas vistorias aos locais de armazenamento das provas.

“Mantivemos todo o esquema de segurança do CPNU 1 e aprimoramos os protocolos de comando, controle e segurança”, disse o diretor de logística do certame, Alexandre Retamal, que destacou o objetivo de assegurar um processo íntegro, confiável e transparente em todas as etapas.

A FGV será responsável por todo o processo do CPNU 2 – do planejamento à divulgação do resultado – e pela logística das provas. A nova edição prevê a oferta de 3.652 vagas para 36 órgãos do Poder Executivo federal, com provas aplicadas em 288 municípios do país.

A publicação do edital está prevista para a última semana de junho de 2025. As provas objetivas ocorrerão em 5 de outubro e as discursivas em 7 de dezembro. O resultado deve ser divulgado em fevereiro de 2026.

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