Crédito do Trabalhador está disponível: sistema permite portabilidade de dívidas

Trabalhadores formais com empréstimos em crédito pessoal sem garantias podem, desde a última semana, renegociar suas dívidas por meio do programa Crédito do Trabalhador, que permite migrar o débito para instituições com taxas de juros mais baixas, desde que a procura seja direta para a instituição.

A partir de 6 de junho, a portabilidade será ampliada para a inclusão de empréstimos consignados por convênio e demais modalidades vinculadas ao programa. No momento em que a troca é realizada, a dívida anterior é quitada automaticamente e um novo contrato é gerado.

“Essa forma provoca uma espécie de leilão entre bancos, já que a instituição financeira pode baixar mais ainda os juros para não perder o cliente”, argumentou o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

Desde o início da migração de dívidas, em abril, o programa emprestou R$ 11,4 bilhões, o que beneficiou mais de 2 milhões de trabalhadores. A média de valor por contrato é de R$ 5.383,21, com prestação mensal de R$ 316,61 e prazo de 17 meses. O Banco do Brasil lidera as concessões, com R$ 3,1 bilhões, principalmente para quitação de dívidas com juros mais altos.

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