Como o etarismo se manifesta no trabalho?

A idade, infelizmente, ainda é motivo de discriminação no mercado de trabalho. Veja alguns exemplos de situações que ocorrem baseadas nisto:

-Políticas de recrutamento que colocam limites de idade na elegibilidade de trabalho de uma pessoa (como restringir para aqueles que têm menos de 20 anos de experiência);

-Ser rejeitado em uma promoção e a posição ser dada a alguém mais jovem fora da empresa, porque seu empregador deseja que a empresa tenha uma imagem mais jovem;

-Demitir principalmente trabalhadores mais velhos durante as demissões da empresa;

-Ser chamado de velho antes de ser despedido;

-Demitir funcionários mais velhos e mais experientes em favor de manter os trabalhadores mais jovens, que recebem menos;

-Dar aos trabalhadores mais jovens oportunidades ou condições de trabalho mais favoráveis, como oferecer-lhes projetos ou equipamentos melhores do que os trabalhadores mais velhos;

-Assédio, como ser xingado ou outras formas de hostilidade, como colegas e superiores fazerem piadas com base na sua idade;

-Não ser contratado porque o empregador estava procurando alguém que parecesse mais jovem.

Para que as pessoas com mais de 50 anos sejam valorizadas no mercado corporativo brasileiro, é essencial entender que cada faixa etária tem suas virtudes e decorrências.

Então será requerido aos líderes e empregadores que façam a gestão de possíveis conflitos intergeracionais, analisem o grupo de trabalho e cuidem das práticas e educação.

Dicas para aumentar a empregabilidade após os 50

As demandas profissionais já não são as mesmas de anos e décadas atrás. Com as modificações no modo de trabalhar, no foco em inovação e na digitalização dos negócios, surgiu uma grande busca por profissionais com capacidades técnicas e comportamentais para lidar com as novidades.

Portanto, se você é um profissional com mais de 50 anos que busca competir de igual pra igual e sente que está por fora das novidades tecnológicas e metodologias atuais, busque se qualificar e ambientar.

Você não precisa ser nenhum expert em aparelhos digitais, softwares e conceitos tão novos que ainda são pouco conhecidos. Mas buscar conhecer as práticas mais comuns e as atualidades da sua profissão é fundamental, além de buscar estar antenado ao segmento que a empresa que você atua ou quer passar a trabalhar.

*Com informações, R7

Previdência Social