Servidores de Finanças e Controle afirmam que ausência de acordo vai prejudicar acordos de leniência

Servidores da carreira de Finanças e Controle, que rejeitaram a proposta de reajuste salarial apresentada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), afirmaram que a não realização do acordo poderá interromper trabalhos e combate à corrupção.

Os acordos de leniência, com consonância entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e as empresas, podem ser afetados, com impactos na casa dos milhões de reais.

A partir do dia 5 de agosto, servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) vão intensificar a operação-padrão, entregar cargos e decretar a greve da categoria.

Além do rebaixamento salarial de entrada causado pela proposta de reajuste salarial, os servidores também reclamam da falta de isonomia com outras carreiras, como os auditores-fiscais da Receita Federal, e da proposta apresenta ser basicamente a mesma que os servidores do Banco Central (BC) receberam, sem qualquer exclusividade.

Previdência Social